28 de Mai de 2008

Levei-a até ao pântano e fi-la descalçar os sapatos vermelhos. Ajoelhei-a à minha frente e segurei-a pelo cabelo. Rasguei-lhe as meias e, de quatro, ela gemeu.
Boca suja, cara sofrida; olhos molhados, poros dilatados.
Subtraí-lhe o prazer à força e com dois dedos levei-a ao chão, molhado e frio, em estremecimento do corpo.
Lúgubre e marginal, muito cru e com vontade, foi o amor com que ficou, sem camisa e com duas nódoas negras.

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