Pela boca me entraste e pelos pêlos da pele me saíste. Não te vi nem te senti.
Forçaste-me à exaustão e ao desespero.
E os 17 dias findaram num guardanapo azul amarrotado de suor.
Não, não e não; é transparente e ninguém vê.
E aquele vão de escada foi só necessidade física e gemido.
A garganta aperta, a mente foge; enganei-me, como eu já sabia.
Voltaste, e não mais partiste.
5 comentários:
quando é bom volta-se sempre pra baixo da asa =)lol
tu és arrojado a escrever,m n te fica mal!;)
Quando partem restam-nos memórias...
Quando voltam... provavelmente fica-nos um receio de uma nova partida...
:S
intenso ... como tudo o que marca e é dificil deixar ...
gostei!
ji
forte. Gostei da sinceridade...
Palavras cruas que ecoam verdade*
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